Páginas

Banner

Contador

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Detonado - Assassin's Creed 2 - Xbox 360 - Baixaki Jogos

Detonado - Assassin's Creed 2 - Xbox 360 - Baixaki Jogos

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Black-Ps2

Black mostra todo o poder do PS2 em um jogo com ação ininterrupta!
Enviado por Baixaki Jogos em 07/01/2008 - 10:06-Baixaki Jogos-www.baixakijogos.com.br



* Gráficos Nota 85
* Jogabilidade Nota 85
* Áudio Nota 100
* Diversão Nota 60
Desde os primórdios dos games eletrônicos, jogos de tiro em primeira pessoa fazem sucesso, porém é difícil encontrar um jogo neste gênero para consoles que façam sucesso entre os jogadores. Isso se deve à jogabilidade, pois utilizar o controle do videogame é muito menos prático que o teclado e o mouse de seu computador.

Ainda assim, é comum encontrar grandes títulos no gênero que foram lançados exclusivamente para consoles. Bons exemplos são o clássico Medal of Honor, que foi lançado, originalmente, com exclusividade para o Playstation (ainda que tenha recebido um porte para o Pc algum tempo mais tarde). Também podemos citar alguns títulos lançados nos últimos meses, como The Darkness, Medal of Honor: Heroes 2 e outros menos conhecidos.

Black é um desses grandes sucessos. Apesar da incompatibilidade entre os controles do Playstation 2 e o gênero FPS, os jogadores se apaixonaram pelo título, que é considerado o melhor jogo de tiro do console. Por incrível que pareça, a movimentação do personagem não ficou incômoda, e a destrutibilidade do cenário é impressionante.

História não é importante, explosões sim!

O enredo de Black é um pouco bobo e não oferece grande atração aos jogadores, que em pouco tempo estarão pulando as cenas que interligam as missões — todas elas filmadas por atores reais, técnica conhecida popularmente como Live Action —, ainda que estas tenha sido muito bem produzidas.

O jogo conta a história de Keller, um soldado que foi preso após desobedecer inúmeras ordens nos últimos 5 dias e deve colaborar com o governo para salvar sua vida de uma prisão perpétua. Enquanto Keller conta a história, o jogador a revive na pele do soldado.

Existem dois pontos que tornam o jogo irritante. O primeiro é a imensamente longa introdução: uma tela escura com letreiros brancos apresentando os principais participantes da produção do jogo faz com que o jogador passa mais de 2 minutos parado frente à televisão aguardando pacientemente por alguma cena interessante.

O segundo ponto é referente às cutscenes, que são todas muito parecidas — uma sala de interrogatório numa cadeia norte-americana serve de cenário para todas elas —, o que faz o jogador pulá-las após a terceira ou quarta cena.

Entretanto, jogos de tiro em primeira pessoa nem sempre oferecem uma história cativante. Neles, o que importa mesmo é o número de inimigos que o jogador deve matar, executando uma matança sem uma só gota de misericórdia por todo o cenário.

Burrice Artificial

Ao conjunto de códigos que oferece “inteligência” de seus adversários em um jogo, dá-se o nome inteligência artificial, popularmente conhecido como IA ou ainda AI (do inglês Artifficial Intelligence). Entretanto, A inteligência artificial em Black é tão fraca, que o nome mais apropriado seria burrice artificial.

Muitas vezes seus adversários estão bem à sua frente e não atacam, outras, tomam tiros e mais tiros e até granadas são lançadas em sua frente, porém não existem respostas aos ataques. Não, o inimigo não ficou preso em um movimento estranho, ele pode mover-se livremente, e depois de um tempo até decide atirar, porém o sistema de inteligência artificial foi tão mal desenvolvido que em alguns momentos as respostas pré-definidas — “se eu receber um tiro, eu atiro”, por exemplo — não são executadas. Uma grande frustração.

Além disso, mesmo que o jogo não apresentasse tais falhas críticas, seus adversários continuariam fáceis demais (mesmo no modo difícil). É raro ser morto, sendo que isso só ocorre quando o número de inimigos é muito alto e você acaba sendo preso em um corredor ou outra região pequena do mapa, afinal a mira dos adversários é muito ruim.

Controles intuitivos e de boa sensibilidade

Como citado no início da análise, o grande empecilho para jogos de tiro em primeira pessoa nos consoles é com relação à movimentação da câmera. A sensibilidade dos analógicos não é suficiente para uma movimentação fluída como a do mouse do PC, o que faz cair consideravelmente a diversão de um FPS em consoles.

Para corrigir esse incômodo, a maioria absoluta dos títulos opta uma mira “magnética”, que é atraída pelos inimigos sempre que passa perto de um deles. Isso facilita a vida dos jogadores, porém os fãs de desafios sentem-se prejudicados, já que a dificuldade dos jogos diminui consideravelmente.

Os desenvolvedores de Black escolheram essa alternativa, tornando a jogabilidade do jogo boa, porém demasiadamente fácil. Aliando o nível de dificuldade reduzido à inteligência artificial fraca, o jogo perde grande parte de sua emoção.

Entretanto, por outro lado, a sensibilidade ficou na medida e o uso de outros controles do jogo — como recarregar ou trocar de arma, bem como usar pacotes de vida ou zoom — foram perfeitamente desenvolvidos, o que fornece ao jogador baixa curva de aprendizado (média de tempo para dominar o jogo) e uma imersão mais estável durante a experiência.


Física excepcional e trilha sonora enebriante!
Atualmente, quase dois anos após o lançamento de Black, é muito fácil encontrar inúmeros games muito mais emocionantes que este, principalmente no aspecto gráfico. Não era de se esperar que o jogo seduzisse mais que a física e as texturas de Crysis ou Bioshock, porém ainda hoje a física deste que foi considerado o melhor FPS do Playstation 2 é capaz de impressionar.

A destrutibilidade do cenário é maior que a de muitos títulos lançados após ele, levando em consideração os vários barris, caixas e veículos explosivos encontrados no cenário. Uma cena que ilustra perfeitamente a beleza de tal mecanismo durante o jogo é a passagem por uma fazenda abandonada, onde o herói se vê sozinho na casa principal da fazenda, e é cercado por um grande número de adversários.

O que salva Keller de um combate longo e sangrento neste momento é um silo repleto de combustível do lado de fora do casarão. Atirando nele, muitos dos adversários serão dizimados. Muitos podem considerar essa tática pouco atraente, por tirar a emoção do combate, mas ver uma explosão gigantesca faz parte da emoção de jogos de guerra, e no caso desse silo, torna-se evidente que explodi-lo é muito mais divertido. Ainda assim, se você prefere atirar em cada um dos adversários, pode optar por essa tática também.

As texturas e a modelagem de Black também não ficam atrás. Como o título foi um dos últimos lançamentos importantes exclusivos do PS2, seus gráficos representam todo o potencial do console. O único problema verificado nesse quesito foram algumas quedas consideráveis na taxa de quadros por segundo, apresentando imagens travadas em alguns momentos decisivos da ação.

Já a trilha sonora do título é um caso à parte, já que definitivamente este é o melhor aspecto do jogo. Produzida com efeitos de profundidade, batidas cardíacas que emudecem o som dos tiros quando o personagem está prestes a morrer e muitos outros efeitos sonoros incríveis que dão conta de conduzir o jogador da melhor forma imaginável.

Vale a pena dar uma chance

Como fica claro acima, o ponto de vista audiovisual e de jogabilidade de Black são excelentes. Entretanto ao penetrar mais a fundo no game, buscando viver instensamente cada momento de seu enredo e todo o desafio possível, logo damos de encontro com uma leve frustração.

Porém, se você possui um PS2 e é fã de jogos de tiro, é uma obrigação concluir Black, e visto que os principais defeitos deste título consistem em ser muito curto e em sua baixa variedade, Black não é um título no qual os jogadores devam investir muito. Pelo contrário, o mais correto seria locá-lo, já que poderão concluir suas missões rapidamente e economizarão um bom dinheiro para jogos com uma durabilidade maior.

UFC Undisputed 2010-Ps3-Xbox 360

Undisputed 2010 dá um nocaute (técnico) na concorrência
Enviado por Carlos Augusto em 08/06/2010 - 12:01-Baixaki Jogos-www.baixakijogos.com.br



Apesar da maioria das inovações de Undisputed 2010 estar fora dos ringues — com a introdução de novas funcionalidades e várias correções no modo carreira — o jogo consegue deixar o combate ainda mais refinado, mantendo-se acessível a todos, do que a edição anterior.

Quando você não está socando o crânio e chutando as canelas dos adversários você poderá personalizar o seu próprio lutador — em um sistema de edição menos restritivo do que o presente em Undisputed 2009 — lutar até o topo no modo carreira e “brincar” com os conteúdos extras e novas modalidades de jogo.

Entretanto o cartel de UFC Undisputed 2010 não é feito apenas de nocautes e também inclui algumas derrotas e até mesmo algumas vitórias técnicas. As novidades são interessantes, apesar dos problemas, e fazem de UFC Undisputed 2010 um título muito superior ao seu predecessor.

Aprovado

Dentro do octógono

O título conta com mais de uma centena de lutares (todos membros da UFC) — um aumento significativo em relação aos 80 personagens da edição passada — e cada um deles possui atributos e técnicas peculiares, assegurando assim uma incrível variedade na jogabilidade.

Os lutadores são divididos em cinco classes de acordo com o seu peso: Leve (Lightweight), Meio-médio (Welterweight), Médio (Middleweight), Meio pesado (Light Heavyweight), e Pesado (Heavyweight) e se você é um dos milhares de fãs de Vale-tudo certamente ficará satisfeito com a presença de vários nomes de peso do circuito da UFC.

Além do extenso elenco de lutadores reais você também pode criar o seu próprio personagem, através de um robusto editor que possibilita a personalização de características físicas e atributos técnicos, bem como o estilo de luta preferido do seu atleta.

Img_originalNão importa se você prefere lutar em pé ou no chão, UFC Undisputed abrange uma sorte de estilos que ataca ambas as especialidades. Dentre as artes marciais disponíveis estão muay thai, jiu jitsu brasileiro, judô, caratê e wrestling. As diferenças podem parecer sutis, mas influenciam diretamente no estilo do seu lutador e na forma como ele atua no ringue.

Malhação

Encarar as lutas é muito divertido, mas para fazer bonito no ringue você tem que treinar muito. No modo carreira — principal modalidade de jogo — você deve conduzir seu lutador até o topo da UFC e para tanto será necessário muito treino.

O sistema é basicamente o mesmo da edição passada, porém um pouco mais refinado. Você pode se exercitar na academia, aprender novas técnicas e realizar treinos técnicos específicos para os próximos combates.

A agenda dos lutadores também inclui a possibilidade de descansar — opção que recupera o vigor do atleta — e de realizar outras tarefas mundanas como ler e-mails e conversar com patrocinadores.

Não é uma briga de rua

Img_originalSem sombra de dúvida o grande diferencial da franquia UFC Undisputed é o seu sistema de controles que apesar de complexo é extremamente acessível.

Os botões da face do controle seguem mapeados para os membros do lutador (braços e pernas) enquanto que os botões superiores da direita e esquerda servem para ativar modificadores de postura, execução dos golpes e defesa. As famosas chaves e submissões são executadas no chão através do botão do analógico da direita — que depois de ativado deve ser giradorapidamente.

Entre as novidades está a possibilidade de agarrar um oponente em pé, tentando encaixar um suplex (o famoso pilão) para derrubar seu oponente. Além disso, o número de movimentações também é superior ao primeiro do primeiro jogo.

Assim, as reações dos lutadores estão mais realistas e os combatentes interagem muito mais entre si. Este aumento das movimentações também influencia a jogabilidade ao introduzir posições de luta para canhotos. Além disso, os movimentos de chão e o número de chaves também foi incrementado.

Exclusivo

A versão para o PlayStation 3 conta com mais conteúdo do que a edição para o Xbox 360. Além de contar com os lutadores Jens Pulver, Dan Severn e o “brazuca”, Royce Gracie (disponibilizados via DLC) a UFC Undisputed 2010 para o PS3 também conta com uma hora e meia de vídeos de lutas reais (em alta definição) e cinco lutas adicionais no modo Ultimate Fights — que recria embates históricos da UFC.

Reprovado

Melhor, mas ainda tem seus probleminhas

O modo carreira é o modo de jogo mais envolvente da franquia UFC e apesar das melhorias apresentas na edição deste ano a funcionalidade ainda apresenta alguns problemas. O jogador acaba perdendo mais tempo navegando por menus do que lutando, além disso, as sessões de treino não são muito envolventes e apresentam várias “falhas” que permitem o ganho fácil de pontos sem verdadeiro mérito.Img_original

Quase lá

Os visuais estão condizentes com os da última edição. Os lutadores estão detalhados e o sangue encharca a lona do octógono conforme os lutadores se digladiam. Todavia, os modelos ainda pecam por não reagirem de forma adequada a um potente cruzado — mantendo a mesma expressão sem vida quando atacam ou apanham.

Outro ponto que deixa a desejar é o sistema de personalização dos equipamentos. Inserir a logo de um patrocinador no seu equipamento é tão penoso quanto em UFC Undisputed 2009. Além disso, novas opções de roupas e equipamentos também seriam muito bem recebidas.

A tênue linha vermelha

A dinâmica das submissões, imobilizações e chaves é interessante, porém caminha sobre uma tênue linha que separa o realismo das simulações da anarquia arcade. Mudar de base através de movimentos no analógico é algo interessante, mas girar o manche desvairadamente para imobilizar um adversário pode se tornar um pouco frustrante.

Vale a Pena?

UFC Undisputed 2010 dá continuidade a fórmula tradicional que tanto agradou aos fãs do gênero, ao mesmo tempo em que adiciona várias melhorias (algumas imperceptíveis) que elevam o nível da série e estabelece novos parâmetros para o gênero.

Pure Futbol-Xbox 360

Um herdeiro falsificado para FIFA Street
Enviado por Carlos Eduardo Dias Ferreira em 09/07/2010 - 12:49-Baixaki Jogos-www.baixakijogos.com.br


* Gráficos Nota 55
* Jogabilidade Nota 65
* Áudio Nota 50
* Diversão Nota 60



Colocar de lado todas as formalidades das partidas oficiais de futebol, mudando-se temporariamente para um campo menor e chutando boa parte das regras para escanteio sempre foi uma proposta interessante. Prova disso foi o sucesso relativamente duradouro da franquia FIFA Street, que por vários anos encheu os bolsos da EA ao colocar jogadores de fama mundial para uma descontraída “pelada” em campos de periferia.

Bem, foi exatamente essa a ideia da Ubisoft para o seu Pure Futbol, embora aqui as canchas amadoras tenham sido postas de lado em favor de localidades pitorescas como o porto de Marselha ou os canais de Amsterdã. Afinal, conforme as duas principais franquias de futebol da atualidade — FIFA e Pro Evolution Soccer — diluem cada vez mais os termos “arcade” e “simulador”, é natural que alguém aproveite o espaço que sobrou.
Img_original

O problema é que Pure Futbol não foi exatamente feliz com a sua postura “FIFA-Street-wannabe”. Sim, os jogadores de fama mundial estão presentes, as regras foram parcialmente deixadas de lado — ao menos a figura do juiz foi — e mantém-se a formação de cinco contra cinco. Mas são muitas pontas soltas, glitches gráficos e uma série de deslizes em relação à jogabilidade.

Dessa forma, embora o modo campanha traga diversos objetivos e possibilidades de personalização, fato é que a proposta “arcade” de Pure Futbol acaba bastante limitada por uma série de mecânicas equivocadas e/ou repetitivas. Não que jogar em um campo amador com um belo crepúsculo não seja particularmente inspirador. Mas algo parece ter faltado.
Aprovado

Modo campanha variado

Img_originalEscorregadas à parte, não se pode negar que Pure Futbol apresenta um modo campanha criativo e que pode até mesmo conferir alguma longevidade ao título. Após um rápido tutorial (opcional), você cria o seu próprio time e o seu capitão para, em seguida, encarar vários desafios a fim de levar a sua equipe da várzea para os holofotes.

Mas os objetivos aqui também são próprios de partidas amadoras; coisas como “quem fizer dois gols primeiro ganha”. Entretanto, existem ainda outros objetivos mais específicos que você pode cumprir durante as partidas, como permanecer mais tempos com posse de bola, ganhar por uma diferença específica de gols ou dentro do tempo limite. Isso garante, além da vitória, a possibilidade de contratar jogadores específicos do time adversário.

Hardcore até a veia!

No que diz respeito ao ritmo de jogo, Pure Futbol traz algo bastante semelhante a FIFA Street: o negócio é apostar na velocidade, com um mínimo de regras, para que a bola permaneça rolando por muito mais tempo. Em outras palavras, nada aqui tenta flertar com um simulador de futebol; é “hardcore” puro, simples e declarado!

Dessa forma, a figura do juiz foi deliberadamente excluída, e as partidas de cinco contra cinco se parecem muito com aquele seu futebol de fim de semana — com poucos passes, faltas ignoradas e dezenas de gols. Até mesmo as cobranças de lateral e escanteio foram aceleradas: você tem cinco segundos para fazer o lançamento.

Craques caricatos

O estilo visual assumido por Pure Futbol é, não por acaso, semelhante àquele utilizado durante vários anos para FIFA Street. Complementando a jogabilidade rápida e irreal, aparecem jogadores caricatos, com feições e traços exagerados. Como um toque especial, as comemorações de gols e de vitória ficam em algum lugar entre o ridículo e o apoteótico. De fato, é “ame ou odeie”.
Reprovado

Direto para o gol!

A intenção de criar uma jogabilidade fluida não foi ruim. O problema é que Pure Futbol acaba naufragando entre barras, medidores e mini games o que, embora confiram velocidade, acabam limitando as possibilidades e tirando o controle das mãos do jogador.

Img_originalE o pior: o péssimo sistema de passes dá somente duas opções para se fazer gol: correr e chutar diretamente, ou cruzar e encarar dois mini games enfadonhos — você terá que acertar o ponto certo da barra tanto para cruzar quanto para cabecear, sob o risco de simplesmente ver a sua bola passando ao lado do gol se o seu timing não for perfeito.

Outro tiro no pé da Ubisoft é o sistema de corrida. Basta apertar “R2” para ver o seu jogador disparar sem precisão, em uma direção praticamente aleatória. Das duas uma: ou você atravessa com bola e tudo uma das linhas do campo, ou entrega de bandeja a pelota para um jogador adversário. Fato é que o estilo “chute a gol” de Pure lembra mais uma partida de basquete — em que praticamente nada ocorre no meio de campo — do que de futebol.

Ah, o sistema de faltas...

O sistema de faltas de Pure Futbal só não é tão ruim quanto é sem sentido. Funciona da seguinte forma: cada time tem uma barra de falta que é completada conforme se disparam manobras defensivas, digamos, pouco honestas.

Dessa forma, embora um carrinho direto nas pernas do adversário possa não parar o jogo imediatamente (?!), uma vez que a barra seja completada — isso em qualquer parte do campo —, ganha-se um pênalti. Aí fica a pergunta: por que não deixar sem faltas logo de uma vez? Pois é.

Img_original

Defenda se puder

Jogar defensivamente em Pure é uma tarefa verdadeiramente hercúlea. A marcação dos seus jogadores é horrível, roubar a bola sem carrinho é quase impossível e, para ajudar, a câmera às vezes resolve não focar no seu campo de defesa — basta um contra-ataque rápido do adversário para que o gol saia sem que você ao menos tenha visto como foi!

Enfim, novamente, duas opções: distribua carrinhos a torto e a direito, ou espere que o seu goleiro faça milagres — o que não é bem a especialidade dele. Para completar, os goleiros aqui ainda têm o péssimo hábito de espalmar mesmo os chutes mais fáceis... Isso quando não erram o canto em um chute de meio de campo.

Patacoada online

Jogar Pure Futbol online pode ser tão decepcionante quanto as partidas offline. Existem “lags” — muitos, na verdade —, a impossibilidade de se criar os próprios torneios e ligas e, para completar, você terá que assinar o serviço exclusivo da Ubisoft, o Uplay Service. Você ainda deve penar com aquele famoso inconveniente de jogadores que abandonam a partida no meio. Enfim, uma pena, até porque o sistema de comércio online de jogadores utilizando “pure points” é interessante.

O seu maior desafio: a música

Da primeira vez que se entra em campo, a música incomoda um pouco, mas aguenta-se. Só a mistura entre futebol e filme do Chuck Norris — com batidas fortes dignas de filmes de ação — cansa, e muito, com o tempo. Não apenas as músicas, mas também os sons. Ao chutar a bola você fica com a nítida impressão de que enfiou o pé em um pedaço de papelão. Lamentável.
Vale a Pena?

A ideia de colocar jogadores com fama global para digladiarem em partidas ligeiras e sem firulas tem realmente o seu charme — não é nem de longe original, mas tem. O problema é que Pure Futbol aparenta ser mal acabado em tudo. São gráficos toscos, jogabilidade limitada e jogadores com Q.I. de alcachofra. Nem mesmo as belas paisagens de Milão e Amsterdã podem compensar os seus suados tostões aqui. Honestamente? Fique com o seu PES ou o seu FIFA.

O que esperar do controle sensível a movimentos da Sony?

O que esperar do controle sensível a movimentos da Sony?

Enviado por Carlos Eduardo Dias Ferreira em 14/07/10 - 11:08-Baixaki Jogos-www.baixakijogos.com.br
Em uma era pós-WiiMote, são duas as escolhas possíveis para qualquer empresa que resolva tentar a sorte no mercado dos controles sensíveis ao movimento: inventar uma forma ainda mais surpreendente de controlar personagens na TV através de malabarismos em frente a uma câmera, ou simplesmente aperfeiçoar a criação da Nintendo, tornando a experiência final mais precisa — embora seja virtualmente o mesmo maravilhoso periférico. Desnecessários dizer, a Sony ficou com a segunda opção para a concepção do seu PS Move — que já foi “Magic Wand“, “Wand”, “Motion Controller” e “Arc”. Para quem esteve fora da órbita da Terra ou enfiado em uma bolha durante os dois últimos anos, aí vai um breve resumo: trata-se de uma reformulação por parte da Sony da concepção original do Eye Toy, câmera de captura projetada para o PS3.
A novidade? Um belo e lustroso periférico devidamente adornado com uma bola luminosa. Mas, além de arrojado (e tremendamente sugestivo), o periférico da Sony, que deve estar entre nós no próximo dia 19 de setembro, também promete algo que o seu concorrente direto no momento, o Kinect (Microsoft), não tem mostrado muito: precisão.


udo bem, não existe uma maneira realmente revolucionária de se jogar, e mesmo os ordinários botões não foram completamente deixados de lado. A propósito, por que mesmo foram mantidos os botões no PS Move? Bem, ninguém melhor que o emblemático Kevin Butler para explicar. Confira o vídeo abaixo.
Mas quais são as impressões até o momento? Será que o PlayStation Move pode mesmo dar certo? Ele é tão preciso quanto são engraçadas as suas propagandas? Quais jogos já estão na bagagem para o lançamento em setembro? Vamos aos detalhes.
A evolução do EyeToyComo funciona a haste com bola luminosa da Sony?
 Afinal, o que se esconde por trás da bola brilhante e multicolorida do PS Move? As cores são só motivos estéticos? Com certeza que não. A luz colorida emitida pela esfera do Move serve para que a câmera PlayStation Eye — basicamente o mesmo aparato lançado para o PS2 há alguns bons anos com o nome de EyeToy — detecte a localização do periférico em um sistema cartesiano de duas dimensões — aquela coisa que você entenderia se não tivesse matado aulas no colégio.

Já a mudança de cores da esfera se dá graças à leitura inteligente do PS Eye do ambiente; a cor assumida será sempre a que for mais rara dentro do espaço coberto pela câmera, para que se evite uma leitura equivocada. Por exemplo: caso a sua sala tenha muitos elementos em azul, o PS Move assumirá alguma outra cor. Bem, mas e a profundidade? Simples: a câmera determina a sua distância com base no diâmetro da esfera — no tamanho dela.
Para colocar tudo isso em funcionamento, o PS Move é dotado de um par de sensores inerciais (detectam o movimento), um acelerômetro (detecta a posição no espaço) e um sensor angular (detecta a rotação). Mas nem tudo aqui é tão previsível: no interior do periférico existe ainda um magnetômetro, que serve para calibrar a orientação do controle em relação ao campo magnético da Terra, a fim de corrigir os erros de leitura ao longo do tempo — simples, é claro.
No rastro do PS MoveJogos, empresas e pacotes especiais para o controle da Sony
Img_originalÉ claro que a Sony não pretende deixar o seu PS Move ao relento durante o lançamento em setembro. Para acompanhar o periférico, existe uma infinidade de parcerias comprovadas e em potencial, a fim de trazer jogos consagrados, pacotes especiais e lançamentos futuros para a jogatina balançante do PS3.
Entre os jogos que fizeram parte da demonstração da última edição da E3 — como o inédito Sorcery e Tiger Woods PGA Tour 11 —, anúncios anteriores e confirmações recentes, já existe uma série de empresas e, consequentemente, títulos que devem acompanhar o lançamento do periférico.
Entretanto, cabe aqui ressaltar a natureza permissiva da Sony em relação à adaptação das empresas que produziram para o PS3 daqui para frente. Richard Marks, criador do EyeToy e analista de mercados, afirmou em entrevista ao site CVG.com que a Sony não pretende forçar nenhuma companhia a desenvolver jogos que suportem o Move. Afinal, não é a única forma de controle do PS3, certo? Segundo Marks, a ideia é evitar “invenções sem sentido”. Ponto para Sony.
Img_original
Também é interessante notar a diferença entre os títulos “compatíveis” com o PS Move e aqueles que simplesmente não funcionam sem o periférico. Para distinguir os dois tipos, a Sony colocará logo abaixo do logo do PS3 uma barra azul trazendo “PlayStation Move Required” (só funciona com o Move) e “PlayStation Move Features” (traz funcionalidades para o Move, mas também funciona com um controle padrão).
Confira abaixo os títulos inéditos que trarão suporte para a tecnologia do PS Move:
Ape Escape 4 — sem data de lançamento;
Beat Sketch! — primavera de 2010;
Brunswick Pro Bowling — até o final de 2010;
Deadliest Catch: Sea of Chaos — sem data de lançamento;
Echochrome II — sem data de lançamento;
Img_originalThe Fight: Lights Out — até o final de 2010;
Heroes on the Move — 2011;
John Daly's ProStroke Golf — terceiro trimestre de 2010;
NBA 2K11 — sem data de lançamento;
Grand Slam Tennis — sem data de lançamento;
Killzone 3 — fevereiro de 2011;
Kung Fu Rider — setembro de 2010;
LittleBigPlanet 2 — novembro de 2010;
Michael Jackson: The Experience — novembro de 2010;
Raquet Sports — sem data de lançamento;
R.U.S.E. — até o final de 2010;
Sesame Street (título provisório) — sem data de lançamento;
SingStar Dance — novembro de 2010
The Sly Collection — novembro de 2010
Img_originalSOCOM 4 (título provisório) — primavera de 2010;
Sorcery — segundo trimestre de 2011;
Sports Champions — 21 de setembro de 2010;
Start the Party — até o final de 2010;
The Lord of the Rings: Aragorn's Quest — setembro de 2010;
The Shoot — outubro de 2010;
Time Crisis: Razing Storm — setembro de 2010;
Tron: Evolution — 1º de setembro de 2010
Tumble — sem data de lançamento;
TV Superstars — até o final de 2010;
Under Siege — sem data de lançamento;

A lista abaixo traz os títulos que, embora já tenham sido lançados, trarão modificações (patches) para se adaptar à jogabilidade do Move. Confira:
EyePet
Flower
Heavy Rain
High Velocity Bowling
Img_originalHustle Kings
LittleBigPlanet
Pain
Resident Evil 5: Gold Edition
Tiger Woods PGA Tour 11
Toy Story 3: The Video Game
Além de vender o PS Move separadamente (US$ 49,99), a Sony pretende incluir o aparato em diversos pacotes promocionais. Basicamente, você poderá adquirir o sensor de movimentos juntamente com jogos, ou em pacotes com um console PS3. Um dos pacotes anunciados pela empresa até o momento inclui o game Sports Championship, e sai pela bagatela de US$ 99,99.
Por fim, ao romper do dia 19 de setembro de 2010, começam a valer diversas promessas para o globo luminoso da Sony. A própria empresa promete precisão e também uma campanha publicitária agressiva para o Move, cujo mote deve ser o mesmo da E3 2010: “Isso Muda Tudo” (This Changes Everything). Já o emblemático Michael Pachter reduz o aparato a um “WiiMote melhorado”. E ainda existe a Microsoft (Kinect) no páreo, claro... É esperar para ver.

Hey pessoal!!!!

Oi leitores, obrigado pelas mais de mil visitas.
Lá vai uma pergunta minha, como vocês preferem q eu escreva ,certinho , ou na linguagem do PC?????

AAAAAAAAAHHH!E também e fui indicado ao premio TopBlog 2010 e peço a vocês  ,a cada leitor deste blog, clicar naquele símbolo do TopBlog, que automaticamente vocês vão estar votando no meu blog!

Outra coisa agora os textos são do Baixaki Jogos,conversei com o pessoal do BJ e tenho umas regras a seguir para poder retirar os textos de lá, e CLIQUEM(!!!!!!!!!)no símbolo do TopBlog!
VALEU!!!!!!!

domingo, 6 de junho de 2010

Quando Red Dead Redemption foi anunciado, muita gente achou que se tratava apenas de um Grand Theft Auto IV com cavalos. Afinal, a responsável pelo título é a mesma, assim como a própria engine que move o jogo. Mas será que a Rockstar simplesmente trocou os modelos dos personagens, o ambiente e adicionou algumas poucas novidades neste jogo de faroeste? A resposta é simples: não.




Red Dead Redemption está longe de ser “apenas um GTA IV no faroeste”. É claro que temos algumas semelhanças, principalmente na estrutura das missões, mas a Rockstar mostra, novamente, que sabe o que faz. Felizmente, presenciar o esforçado trabalho da companhia é algo simplesmente excelente para nós jogadores.



A grande estrela dos jogos aproveitou a sua característica fórmula de mundo aberto e adicionou diversos elementos que nunca havíamos visto no universo do entretenimento eletrônico, concebendo um game excepcional. Red Dead Redemption traz toda a liberdade e os perigos do famoso faroeste estadunidense através de uma trama sólida e uma jogabilidade que vai fazer com que você nunca mais queira desgrudar seus olhos da tela.
Em poucas palavras, Red Dead Redemption é um dos melhores jogos desta geração — os motivos e mais detalhes você confere abaixo. Prepare seu cavalo, suas armas, e vamos rumo ao pôr-do-sol nesta aventura que ficará marcada na história dos games, caubói.

AprovadoTipicamente faroeste




Antes mesmo de colocarmos as mãos neste espetáculo, já sabíamos que John Marston era um cara interessante. O protagonista do game demonstrou um pouco de sua personalidade nos diversos trailers e vídeos envolvendo Red Dead Redemption. Entretanto, foi quando o conhecemos melhor que chegamos à conclusão definitiva de que a Rockstar realmente sabe o que faz.



O gênero Western Spaghetti difundiu-se nos Estados Unidos a partir da década de 1950, atingindo seu auge no final de 1960 com Três Homens em Conflito (The Good, The Bad and The Ugly), estrelado por Clint Eastwood e dirigido por Sergio Leone. Quem já viu um dos filmes deste estilo provavelmente notará que Red Dead Redemption consegue trazer todo este espírito para dentro dos video games.



Um dos principais fatores que justifica esta afirmação é a própria trama. Assim como na maioria dos Westerns Spaghettis, o roteiro é relativamente simples, envolvendo elementos como vingança e, é claro, muitos conflitos. Sob certos pontos de vista, a história pode até ser considerada fraca, mas quem conhece os filmes de faroeste sabe que Red Dead traz uma narrativa coerente em relação aos padrões do gênero nos cinemas.



O que a torna ainda mais espetacular é a maneira como ela se desenrola. Então, vamos aos detalhes. Antes disto, vale ressaltar que não é necessário conhecer o predecessor espiritual de Red Dead Redemption: Red Dead Revolver (PS2), lançado em 2004 para PlayStation 2 e Xbox.



John Marston era membro de uma gangue que assombrava o oeste estadunidense com suas atrocidades. Contudo, Marston decide reavaliar suas atitudes, e resolve simplesmente deixar seu passado para trás e começar uma nova vida com sua família.





Entretanto, Marston não foi o único a mudar. O país inteiro estava em constante transformação, e o objetivo principal do governo federal era espalhar suas leis por todo o local. Para tentar alcançar seus objetivos, alguns agentes do governo decidem sequestrar a filha e a esposa de Marston, ameaçando matá-las caso o ex-bandido não colaborasse.



Sem escolhas, John Marston é obrigado a retornar ao mundo da violência e da selvageria, tendo agora um único objetivo: salvar sua família e continuar sua vida em um lugar distante de todo este caos. É óbvio que, para isso, Marston tem de passar por várias situações perigosas, levando-o a pegar nas armas e caçar os homens que já foram seus amigos.



A partir daí, as coisas só tendem a piorar. Em um mundo infestado por foras-da-lei, Marston tem de usar sua perspicácia para encontrar pessoas de confiança, e isto não será nada fácil. Além de Bonnie, que salva Marston logo no começo, o protagonista raramente achará alguém que não apresente indícios de traição. E mais: encontrar ajuda é algo quase impossível, já que muitos dos “companheiros” do game apenas passam o problema adiante.



Tudo isso acaba gerando uma trama longa e repleta de surpresas, alimentada por eventos e elementos totalmente convincentes. Você achará sujeitos de todos os tipos possíveis, variando desde um velho que vende óleo de cobra rotulado como um “elixir milagroso” até um ladrão de covas que mais parece um zumbi de Resident Evil.



O jogador viverá como se realmente estivesse em pleno faroeste, já que missões do game envolvem vários objetivos distintos. Marston têm de guiar rebanhos, proteger plantações e espantar coiotes que sorrateiramente roubam as galinhas de sua colega. Achou chato? Então que tal procurar por bandidos ou ajudar o xerife local a eliminar gangues inteiras?



Fora a campanha principal, o jogador ainda pode desfrutar de várias missões secundárias que são como verdadeiros shows enquanto duram. Novamente, os objetivos e os sujeitos variam, contribuindo ainda mais para o contexto do game. Tudo isso gera uma campanha que deve durar, no mínimo, 20 horas. Entretanto, você certamente levará mais tempo para completá-la, pois muitas oportunidades surgirão durante uma missão e outra.



Red Dead Redemption é um daqueles jogos que você começa e simplesmente não consegue mais parar de jogar. A narrativa, mesmo simples, se desenvolve de modo triunfal e é difícil não querer saber qual é a próxima surpresa que espera por Marston.





Heranças de um primo distante



Grand Theft Auto IV é um grande jogo, não é mesmo? É claro que sim. Felizmente, a Rockstar sabe muito bem disso, e decidiu trazer alguns dos elementos que funcionaram bem no jogo para Red Dead.



Você já deve saber que RDR conta com um mundo aberto, assim como GTA IV. Além desta semelhança, o jogo de faroeste também compartilha o mesmo estilo de missões. Ou seja, o jogador deve observar no mapa qual será seu próximo destino, e manter-se atento às marcações que indicam o nome do sujeito responsável por informar qual é seu próximo passo.



Basicamente, o mapa e o radar em jogo continuam sendo importantes para encontrar lojas e objetivos. A primeira opção exibe diversos detalhes do ambiente do game, incluindo nomes das regiões a possíveis áreas para encontrar personagens ou objetivos de missões secundárias. O jogador ainda pode marcar um ponto específico para facilitar o acesso ao local desejado, já que o trajeto personalizado é exibido no radar durante o jogo.



Fora isso, os controles também são bem parecidos. A mira automática está de volta, assim como a possibilidade de atirar enquanto pilota um veículo (ou cavalo). Marston também pode saltar, pegar cobertura — através de um sistema aprimorado — e interagir com determinados objetos do ambiente. Até mesmo as conversas durante suas viagens foram mantidas.



Felizmente, a Rockstar decidiu introduzir várias melhorias a esta fórmula. Primeiramente, agora o jogador pode trocar o lado em que deseja mirar, basta pressionar esquerda ou direita no direcional digital. Além disso, Marston também conta com um novo sistema de mira, chamado Dead Eye, e dispensa a famosa barra de energia, trocando-a por um sistema em que a vida se regenera automaticamente.



A Rockstar soube aproveitar o que havia de bom em Grand Theft Auto IV e ainda trouxe mais novidades e melhorias à estrutura em Red Dead Redemption, gerando um game com muitas semelhanças, mas sem trazer diversos dos defeitos.





Perfeitamente cativante



É impossível não se impressionar com o ambiente de Red Dead Redemption. New Austin e seus arredores podem até não ser muito grandes se compararmos a outros jogos, mas lembre-se que estamos a cavalo, o que parece triplicar as distâncias — e isso é realmente bom. Explorar o ambiente é extremamente satisfatório, e você raramente irá desejar trocar suas viagens por simples deslocamentos instantâneos.



O local árido traz cactos, montanhas e algumas pequenas cidades isoladas, geradas de maneira fiel graças ao excelente trabalho da direção de arte do game. As paisagens são de arrancar o fôlego, pois o draw distance (distância necessária para o desenho dos elementos) é excelente, permitindo visões panorâmicas de áreas gigantescas.



Tudo isso já seria o suficiente para que Red Dead Redemption ficasse marcado na história dos games. Entretanto, a Rockstar ainda reservou uma bela surpresa: a fauna. Ao cavalgar pelas estradas e matas, você não encontrará apenas pessoas andando a cavalo, mas também criaturas de toda sorte.



Urubus voam ao céu indicando possíveis cadáveres, enquanto coiotes perseguem fazendeiros e veados. Tatus, ursos e pumas são outros exemplos que habitam o riquíssimo mundo de Red Dead. O melhor de tudo é que o comportamento destas criaturas é completamente convincente.



Grana e mais grana



Tudo bem, os animais são bonitos. Entretanto, a vida no faroeste não é muito fácil para os humanos, que, mesmo no início do século XX, continuam ambiciosos como sempre. Conseguir grana aqui não é uma tarefa muito fácil. Uma das opções é caçar estes simpáticos bichos previamente mencionados e vender suas peles e recursos.



Fora isso, o jogador também pode optar pelas missões secundárias do game. Que tal tornar-se um verdadeiro caçador de recompensas? Tudo bem, basta observar os anúncios na cidade e partir para a caça. Como você deve saber, o indivíduo sendo caçado pode ser trazido vivo ou morto para a delegacia. Então você escolhe: matá-lo ou levá-lo amarrado até o xerife?





Ainda existem mais tipos de missões que podem render uma boa grana ao gamer. Durante sua aventura, você acabará encontrando diversas pessoas no campo. Algumas solicitam que você encontre um ente querido, enquanto outras o desafiam para pequenos jogos. O jogador também dará de cara com emboscadas, nas quais o dinheiro vai por água abaixo e a sobrevivência fala mais alto. Mas, depois de matar os bandidos, você pode pegar alguns trocados emprestados.



Esta grana pode ser utilizada para comprar novas armas e itens diversos, como tabaco e medicinas, que recuperam seu medidor Dead Eye — mais detalhes abaixo — e a saúde, respectivamente. O jogador ainda encontra itens para seu cavalo, novas raças à venda, mapas do tesouro e muito mais nas lojas espalhadas pelas cidades de Red Dead Redemption.



Caso a vida esteja realmente difícil, o jogador pode partir para o lado negro da Força — em pleno faroeste, quem diria. Com alguns assassinatos na cidade, você conseguirá alguma grana dos cadáveres, mas isso pode trazer consequências drásticas. Obviamente, essas ações alertarão as autoridades, que aqui se comportam através de um sistema diferente de GTA IV.



O jogador passa a ter um preço em sua cabeça, e acaba sendo procurado não só pelo xerife e seus homens, mas também pelos caçadores de recompensas. Quanto mais crimes o gamer cometer, maior será a recompensa para quem trazê-lo vivo ou morto para a delegacia. Depois de algumas corridas, você pode até se livrar dos perseguidores, mas seu rosto não será esquecido até que pague o próprio preço de sua vida ou forneça uma carta de perdão.



As ações tomadas pelo jogador influenciam diretamente em dois medidores do game. Um deles indica a honra do jogador, sendo alterado por ações como matar inocentes e outros eventos do tipo. Fora isso, há também o indicador de fama, que se ajusta conforme o jogador é notado por suas atitudes. Se você levar uma vida positiva, os cidadãos reagirão de maneira agradável quando Marston estiver presente, e alguns até fornecerão descontos em suas lojas. Contudo, estes medidores negativados farão com que Marston se torne uma criatura aterrorizante, agradável apenas para aqueles que também não valem nada.



Se nada disto te interessa, tudo bem. Você também pode ser um jogador dentro do próprio jogo. Parece estranho, mas uma das maneiras de ganhar dinheiro em Red Dead Redemption é jogando. Existem diversos mini games diferentes no game, variando desde jogos com cartas até o famoso Filé de Cinco Dedos.



Jogar pôquer pode render uma boa grana a Marston, e estas partidas são encontradas facilmente nos Saloons das cidades. Além deste, Red Dead oferece o Black Jack, que também é uma modalidade de cartas. Suas partidas contra os NPCs podem durar vários minutos, e o jogo é tão viciante quanto sua versão real — a diferença é que você não sai com o bolso vazio.





Você provavelmente deve ter se perguntado: “O que é este Filé de Cinco Dedos?” Trata-se de um jogo muito praticado nesta época, no qual o objetivo era golpear a mesa com uma faca. O grande desafio é que entre a faca e a mesa está a sua mão, e você deve tomar cuidado para não espetar seus dedos em vez da madeira — caso contrário, prepare-se para um show de feridas. Na prática, este mini game funciona como um jogo de ritmo, obrigando o jogador a observar atentamente os botões que aparecem entre os dedos de Marston e a realizar os movimentos antes que o tempo se acabe.



Firme e forte



Felizmente, desfrutar de Red Dead não é uma tarefa difícil. O sistema de controles será familiar para aqueles que já jogaram GTA IV — como já mencionamos — ou qualquer game no estilo tiro em terceira pessoa. Basta pegar o joystick e passar algum tempo ao lado de Bonnie, que ensina os princípios básicos nas primeiras missões, e você já dominará tudo. Para auxiliá-lo, a Rockstar também decidiu implementar um sistema de dicas que surge no topo da tela.



Talvez o mais complexo seja controlar o cavalo, pelo menos por alguns instantes. Inicialmente, cavalgar parece complicado, mas a sensação de frustração é sanada após poucos minutos. Realmente, não há botões para “acelerar” e “frear” quando estamos em cima do animal. Em vez disso, o jogador pressiona o X (A no Xbox 360) e o mantém segurado para continuar no mesmo ritmo. Caso deseje aumentar a velocidade, basta pressionar o botão mais vezes.



Pode até parecer complicado na teoria, mas andar a cavalo é mais fácil do que parece. Além disso, é possível manter o mesmo ritmo de um companheiro: basta se aproximar do colega e manter pressionado o botão X (A no X360). Você perceberá que está no mesmo ritmo quando notar que a câmera está mais distante.



Os combates do game são recompensadores. Não há qualquer problema em aniquilar alguém em Red Dead Redemption — no sentido dos controles, é claro. A mira automática ajuda bastante a destruir seus oponentes, e o sistema de cobertura torna os combates mais fluídos. Há ainda uma série de finalizações que são acionadas quando o jogador está próximo do inimigo.



Contudo, é o sistema Dead Eye que mais se destaca durante os tiroteios — e também nos duelos. Com ele, o jogador tem a chance de diminuir a velocidade do tempo para mirar precisamente em seus oponentes. Ao decorrer da jornada, este recurso é aprimorado, permitindo que o gamer marque os locais em que deseja mandar bala. Tudo isto não é de graça, obviamente. Para utilizar o Dead Eye, um medidor em vermelho é consumido, mas este pode ser restaurado com mais assassinatos ou através de itens especiais.



Outra novidade bacana é o próprio laço disponibilizado pelo game. Com ele, o jogador pode capturar pessoas e arrastá-las até a cidade — muito útil para penalizações ou para causar espanto em toda a população do local. Independentemente de qual opção, você notará como a Euphoria, engine também utilizada em GTA IV, concebe animações hilariantes e muito fieis à realidade.





O mesmo laço pode também ser utilizado em cavalos — afinal, foi para isso que ele foi inventado. Laçar os animais não é algo feito apenas por diversão, já que o jogador também pode domá-los participando de uma espécie de mini game em que o objetivo é manter o equilíbrio. Durante a jornada, você encontrará vários cavalos de raças diferentes, alguns mais ágeis e outros mais fortes. Basta escolher um e tentar a sorte no laço — e na montaria.



Uma boa relação entre o jogador e o cavalo pode trazer vários benefícios à sua experiência. Basicamente, ao permanecer bastante tempo ao lado do mesmo animal, o cavalo ganha mais resistência, permitindo cavalgadas mais rápidas e longas. Quando tudo estiver tranquilo e feliz, contudo, você normalmente é atacado por uma criatura selvagem e seu amigo acaba morrendo. Mas, a vida continua.



Para curar sua depressão, você pode acessar desafios diretamente do menu de pausa do game e ainda ser recompensado com novas roupas e conquistas. Estes desafios são simples e podem ser completados a qualquer momento, sem a necessidade de serem manualmente acionados. Existem três tipos diferentes: Sharpshooter, no qual o objetivo é treinar sua mira; Hunter, quando é necessário matar e tirar a pele dos animais; e Treasure Hunt, que, como o nome sugere, envolve caças ao tesouro.



As roupas adquiridas influenciam muito mais do que apenas o visual de Marston. O lenço, por exemplo, é colocado no rosto do protagonista, permitindo que o jogador realize ações sem que estas interfiram na fama e na honra do personagem. Outros trajes podem fazer com que John seja mais respeitado por certas gangues ou até mesmo permitem trapaças a qualquer momento durante as partidas de pôquer.



Se a canseira realmente bater, então é melhor acampar. Para isso, basta pressionar o botão Select (Back no Xbox 360) e selecionar a opção correspondente. Inicialmente, os pequenos acampamentos servem para salvar o jogo — algo que também pode ser feito em seu lar —, trocar de roupas ou viajar rapidamente até um local. Posteriormente, estes kits para acampar podem ser aprimorados, gerando vários benefícios para o jogador.



Digno de cinema



Conforme mencionamos anteriormente, a direção de arte de Red Dead é fenomenal. Felizmente, os elementos concebidos pelas mentes criativas da Rockstar são projetados com qualidade na tela. Red Dead Redemption não é o jogo mais bonito de todos os tempos, ao menos tecnicamente, mas o retrato do faroeste é mais que espetacular, obrigando o jogador a passar pelo menos algumas horas apenas perambulando e observando a beleza e a riqueza absurda em detalhes. Você realmente sente que está em um mundo, e um mundo com vida.
O que também contribui, e muito, para Red Dead é a dublagem dos personagens. Não há como negar que John Marston possui uma das vozes mais marcantes dos games, graças ao talento do desconhecido, porém excelente, Rob Wiethoff. A sincronização labial e as expressões faciais ajudam a tornar o game ainda mais cinematográfico. Os demais personagens também parecem ter saído diretamente de um filme, e é bem provável que você esqueça estar segurando um joystick quando as cutscenes estiverem sendo exibidas.
O roteiro e a personalidade sólida dos personagens certamente são alguns dos elementos que cativam o jogador durante a história. Você acaba gostando tanto da atuação que se sente obrigado a desfrutar um pouco mais do talento dos atores e da Rockstar.




O incrível multiplayer



Red Dead Redemption já seria um excelente game se contasse apenas com sua campanha single player. Mas, a Rockstar parece não se contentar apenas com o básico. Por isso, Red Dead traz um dos multiplayers mais bacanas que já jogamos.



Logo de cara, você perceberá porque estamos dizendo isto. Red Dead não conta com um simples lobby em que os jogadores apenas observam seus nomes enquanto esperam o começo de uma partida. Em vez de uma sala com textos e algumas informações, Red Dead faz do mundo o lobby para as partidas multiplayer. Quer mais? Tudo bem.



Até 16 jogadores podem se encontrar nas sessões Free Roam, como são chamadas no game. Estes sortudos podem fazer o que bem entenderem, e ainda contam com todo o ambiente gigantesco da campanha principal ao seu dispor. Você pode atirar em seus companheiros, causar problemas com os caras da cidade e até mesmo matar alguns animais que estão percorrendo os ambientes de Red Dead. É quase a mesma liberdade da versão single player, mas sem as missões de Marston e com mais jogadores.



E ainda temos mais. É possível formar grupos — com um simples convite através da lista de jogadores — para completar missões que envolvem os esconderijos das gangues que habitam o mundo de Red Dead. Estas missões normalmente são semelhantes às encontradas na versão single player do game, e isto é realmente bom, já que temos vários inimigos prontos para serem destruídos e ainda alguns objetivos bacanas que agora podem ser realizados de maneira mais divertida graças ao trabalho em equipe.


Também é possível ser um solitário no modo multiplayer, se tornando o cara mais procurado da sala. Para isso, você deve cometer vários crimes, matando e destruindo tudo o que há pela frente. É claro que, assim como na campanha, isso chamará a atenção das autoridades, que logo colocarão um preço em sua cabeça. Aqui, contudo, quem caçará você serão os próprios jogadores.




Conforme você joga é possível adquiriracumulados, desbloqueiam personagens adicionais — não é possível personalizar, apenas escolher modelos em uma lista gigantesca —, novas armas e montarias que podem ser utilizada nos modos competitivos de Red Dead.



Quem quiser entrar nas brigas típicas dos modos multiplayer convencionais pode simplesmente acessar o menu e escolher o estilo desejado. Também é possível embarcar nestes jogos dentro do próprio ambiente do game acessando determinados locais. Ao todo, temos cinco modos competitivos, envolvendo o mata-mata convencional e em times e também variações de Capture the Flag — mas com sacos de ouro em vez de bandeiras. A grande surpresa, entretanto, acontece antes das partidas iniciarem. Os jogadores se enfrentam cara-a-cara em um conflito aos mesmos moldes dos duelos. Quem sacar mais rápido, vence. Certamente, seja nas competições ou no Free Roam, o modo multiplayer deve ocupar o jogador por horas a fio.

sábado, 5 de junho de 2010

WWE Smack Down Vs Raw 2010-Ps2-Ps3-Xbox 360-Psp

Nos idos de 1960 a extinta TV Excelsior de São Paulo dedicou um programa à exibição dos combates de luta livre: “Os Reis do Ringue” trazia o melhor da luta livre nacional e a cada semana mostrava os embates de grandes astros, como o herói Ted Boy Marino e seus rivais Aquiles, Verdugo Rasputim, Barba Roxa e Múmia entre outros.




Se no Brasil o saudoso telecatch já não faz o mesmo sucesso (apesar dos esforços da BWF — desculpe Mário Boy, mas o meu favorito é o veterano, Caipira Dom Afonso), nos Estados Unidos a história é bem diferente. São vários campeonatos, todos transmitidos na televisão estadunidense e com grandes públicos.



Assim sendo não é de se espantar que os incríveis embates das ligas e federações de luta livre acabem aparecendo nos vídeo games: Raw, SmackDown!, ECW, TNA e assim por diante.



Nos consoles e nos ringues, as mais populares são as duas linhas da WWE, SmackDown e Raw, que confrontam-se em versões anuais nos video games. WWE SmackDown vs. Raw 2010 mantém a mesma formula de sucesso de seus predecessores, ao mesmo tempo em que adiciona novas funções a jogabilidade e conteúdo extra.





AprovadoVocê na lona



Um dos elementos mais divertidos e que recebeu grandes melhorias desde a última edição são os vários sistemas de personalização do jogo. Além de poder criar um lutador, uma logo especial para ele, editando inclusive o seu vídeo de apresentação e seus movimentos especiais de finalização, o jogador também poderá criar a sua própria história dentro do campeonato.



O modo WWE Story Designer permite que o jogador “construa” a sua história da mesma forma que as grandes estrelas fazem nos programas semanais da WWE (Raw, SmackDown e ECW). Ao todo são mais de uma centena de animações diferentes, e 25 locações para as suas cenas.

Já na edição de personagem algumas novidades interessantes — porém nada muito expressivo em relação ao jogo do ano passado. O Create-A-Finisher também retorna, bem como o modo Road to WrestleMania, que acompanha todas as lutas da WWE até o maior evento da temporada, o popular WrestleMania.



O caminho até o topo



Em Road to WrestleMania (que estreou na versão 2009) as histórias — para quem não sabe a WWF apresenta suas lutas como “novelas”, as tramas desenrolam-se nos bastidores e são apresentadas no programa semanal da franquia — estão mais interativas. Em determinados momentos você poderá fazer escolhas que irão determinar o andamento da trama e da sua jornada até a WrestleMania.



Esta também é a primeira vez que uma das divas (Mickie James) aparece como uma personagem jogável nesta modalidade, bem como o seu lutador personalizado.



Treinando



Outra novidade introduzida nessa versão é o ringue de treino. Da mesma forma que o lounge da série FIFA, o ringue de treino aparece imediatamente, antes mesmo do menu de jogo, e oferece uma boa chance para aprender os movimentos básicos, a dinâmica de combate e os golpes especiais de cada lutador.



Recheado



Outro ponto forte do jogo é a enorme quantidade de conteúdo. Além de contar com 13 campeonatos diferentes e uma sorte de modos de combate diferentes (Tag, Cage, Royal Rumble e assim por diante) o jogo também traz vários vídeos e biografias dos lutadores.



A licença oficial oferece a WWE Championship, World Heavyweight Championship, ECW Championship, U.S. Championship, Intercontinental Championship, WWE Cruiserweight Championship, WWE Tag Team Championship, World Tag Team Championship, Womens Championship, Divas Championship, WCW Classic World Championship, Hardcore Championship e Champion of Champions.



Todas as competições estão liberadas desde o início, salvo Chanpions of Chanpios que deve ser desbloqueado através do modo Road to WrestleMania. Sem contar o extensor elenco de lutadores e ringues — que será expandido através de pacotes de download.





ReprovadoBuuuuuuuuu!



Os efeitos sonoros são hediondos, os sons da platéia e dos objetos realmente não condizem em nada com o espetáculo que é uma apresentação da WWE. Entre os conteúdos extras do jogo você encontrará alguns vídeos dos shows das duas franquias e terá uma exata idéia do tamanho da apresentação, que é deixada de lado por conta dos pobres efeitos sonoros.



Acerta o soco



O sistema de mira também é um tanto falho. Movimentar o seu lutador não é exatamente difícil, no entanto conseguir mirar os socos e movimentos do seu lutador pode ser um grande desafio, especialmente por conta do mau posicionamento da câmera.



Demorou



Outro aspecto negativo é a demora das lutas. Por mais que os programas e combates televisionados da WWE estendam-se por uns 10 minutos, isso não se traduz muito bem para os consoles, fazendo com que as lutas pareçam muito longas. Trocar socos e voadoras é divertido, mas você não vê a hora de acumular momento suficiente para imobilizar o seu oponente e encerrar o embate.



Sem brilho



Apesar das apresentações e ferramentas gráficas serem realmente bem trabalhadas o jogo não é exatamente um primor gráfico. Seus visuais parecem ultrapassados e cheios de problemas (nada pior do que braços que atravessam o chão e o próprio corpo do lutador).







Vale a Pena?WWE SmackDown vs. Raw 2010 mantém as características que consolidaram a série ao mesmo tempo em que apresenta algumas boas adições a franquia. Se você é um fã de telecach e dos programas da marca WWE esse título é sem sombra de dúvida uma boa pedida.



No entanto, se você está em busca de um bom jogo de luta-livre talvez seja melhor esperar por outra coisa, ou quem optar por algo um pouco diferente como o vale-tudo (MMA) de Ultimate Fighting Championship 2009 Undisputed.

MMO brasileiro Taikodom leva tecnologia interativa à E3.

A disputa vai começar. Os jogadores de PC contemplados com as chaves do beta fechado de Taikodom: Living Universe iniciam em junho a luta pela parte que lhes cabe no Universo Ficcional do século XXIII, criado pela Hoplon Infotainment. Paralelamente, o mais sofisticado MMO (Massive Multiplayer Online) brasileiro estará sendo lançado na E3 Expo, em Los Angeles. A maior novidade é que nova fase de Taikodom leva o conceito de mídia interativa a um novo nível. Com a tecnologia Living Universe o servidor de jogo vira um megamestre de RPG, que junto com os milhares de jogadores -os Taikonautas- desenvolve aventura atrás de aventura, sem nunca se repetir.




Enquanto no Brasil os beta testers serão os primeiros a experimentar a nova aventura de Taikodom: Living Universe, a Hoplon aproveita a E3Expo -maior evento de games do mundo-, para anunciar o lançamento mundial. Taikodom é o primeiro jogo brasileiro lançado na E3Expo, em 15 anos de evento. É também o maior game já produzido no Brasil, resultado de cinco anos de trabalho, uma equipe que atualmente reúne 100 profissionais de ponta, e US$ 15 milhões aplicados no desenvolvimento de sua plataforma, que permite montar mundos virtuais.





O lançamento internacional será feito em parceria com a GamersFirst, distribuidora americana líder em Free2Play® MMO no Ocidente, com mais de 28 milhões de usuários. A Hoplon, além de desenvolver o Taikodom e ser responsável pela publicação no Brasil, apoiará a GamersFirst, que atenderá jogadores em 31 países: Estados Unidos, União Europeia, Canadá, México e Turquia. O game é free-to-play e terá a mesma versão aqui e no exterior.



Piloto, patrulheiro, pirata? Cada jogador escolhe como vai disputar Taikodom: Living Universe, que retoma a história original dois anos depois. O foco da ação agora está no Território, que é o palco da expansão do Consortium – super conglomerado industrial e comercial que surgiu com a fusão dos maiores conglomerados e corporações do Sistema Solar e Centaurino.



Os participantes são convidados a construir a história do Setor Barnard – segundo sistema mais próximo do sistema solar-, que se encontra à beira de uma guerra civil, pois parte de suas comunidades decidiram aderir ao Consortium, enquanto a outra é contra. Ao mesmo tempo a pirataria em Barnard permanece fora do controle, com novos focos aparecendo em todo momento, dando muito trabalho à Patrulha e aos pilotos alinhados.



A tecnologia Living Universe faz com que o jogador fique no centro dos acontecimentos, como explica Tarqüinio Teles, presidente da Hoplon Infotainment:



No começo, o Taikodom: Living Universe parecerá um MMOG comum, guiando os jogadores passo a passo e ensinando-lhes como participar. Mais adiante, no entanto, a vida dos participantes torna-se mais espontânea, pois o novo Taikodom passa a reagir não apenas às ações individuais dos jogadores, mas cria situações cujos resultados dependem cada vez mais das atitudes coletivas de diversos jogadores, levando a novas situações, em seqüências cada vez mais imprevisíveis de eventos.



Ou seja, as ações e escolhas dos jogadores mudarão o Universo, fazendo a história evoluir de maneira diferente, levando a novas oportunidades para ação. Grupos de jogadores agindo coordenadamente poderão, por exemplo, fornecer armas e suprimentos às bases da Patrulha, que retribuirá reforçando a vigilância e o combate a piratas e criminosos na região.



Da mesma forma, forças contra o Consortium e jogadores alinhados a elas poderão alterar o balanço das forças de volta tanto atacando as naves da Patrulha, quanto impedindo que os suprimentos trazidos pelos jogadores cheguem. Estas, e dezenas de outras operações, estarão acontecendo a cada momento em distintos sistemas estelares, formando uma verdadeira Jam Session de histórias propostas pelo jogo e pelos gamers.



Mudanças Tecnológicas Beneficiaram Jogador



Após o lançamento oficial, em outubro de 2008, a Hoplon Infotainment percebeu que o game teria de passar por mudanças tecnológicas, a fim de garantir compatibilidade do cliente –parte do game que roda na máquina do usuário – para múltiplas versões de Windows, Mac e as diversas configurações de hardware.



Depois de longa deliberação interna, optamos por cancelar as versões para Windows Vista, Linux e Mac em que estávamos trabalhando e partir para a adoção de uma engine 3D de mercado que garantisse a compatibilidade para todos os usuários e ao mesmo tempo mantivesse o alto nível de qualidade visual que desejamos para Taikodom”, explica o presidente Tarqüinio Teles.





Resultado: os aficcionados pelo game tiveram de esperar 13 meses até que fosse finalizada a migração para Unity, engine 3D que vem sendo adotada cada vez mais pela indústria mundial de entretenimento. Pela espera, estão sendo recompensados com uma mudança tecnológica que proporciona o mais alto nível de interatividade que pode ser desfrutado em um jogo. Além de refazer o cliente em Unity, o que exigiu mudanças no servidor, a empresa aproveitou o momento para incluir a tecnologia inovadora Living Universe para o jogador.



É com enorme prazer que nós, da Hoplon, trazemos esta nova etapa do Taikodom para o público brasileiro. Foi um ano de trabalho duro desde que anunciamos que nos dedicaríamos a essa etapa e agradecemos o apoio e a paciência dos Taikonautas. Estou confiante que em breve eles serão os primeiros, literalmente, a dizer que valeu a pena - declara o presidente Tarqüínio Teles

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O E3 está chegando!Não vejo a hora!

A E3 vem aí. O que será que vai rolar por lá?
Finalzinho de abril. Sabe o que isso significa? Que daqui a pouco teremos que começar a usar casacos, mas também que a E3 2010 está a menos de dois meses de distância! E, como bem se sabe, esse é um dos maiores eventos do ano para a indústria de jogos eletrônicos. Inúmeros desenvolvedores, distribuidores e demais envolvidos no meio usam a feira para revelar as novidades mais bombásticas dos video games.
Vale lembrar que em 2007 e 2008 o evento havia sido modificado e reestruturado, atendendo apenas os profissionais da indústria de games, sendo o acesso restrito às pessoas que foram convidadas pelos organizadores. A mudança foi um fracasso e, em 2009, foi decidido que o formato original seria retomado. Uma decisão excelente, visto que a E3 2009 foi um sucesso e levou a glória de volta à feira.
Consequentemente, o Baixaki Jogos, como todo bom fã de games que se preze, começa a especular sobre o que aguarda o público do evento, e quais os impactos das revelações que lá ocorrerão no restante do mercado — e, principalmente, na nossa diversão. Ou seja, resolvemos elaborar uma compilação dos rumores que estão circulando sobre os diferentes projetos que podem ser expostos na E3, além de colocar uma pequena apreciação da probabilidade que consideramos que cada um tem de aparecer.
Para ter uma ideia do tipo de anúncio que ocorre durante a Electronic Entertainment Exposition (vulga E3), aqui estão alguns dos mais importantes da edição passada:
E3 2009:
Project Natal, Halo: Reach (Microsoft)
PlayStation Move, PSPgo (Sony)
New Super Mario Bros. Wii, Super Mario Galaxy 2 (Nintendo)
Como podemos ver, notícias que por si só geram semanas (e, em alguns casos) meses de discussão após o anúncio, e que em casos ainda mais específicos (como o Project Natal e o PlayStation Move), mudam completamente a maneira de jogar video games em determinadas plataformas. Ou seja, os dias 15, 16 e 17 de junho serão alguns dos mais importantes do ano para todos aqueles que gostam de games.
 

Geral

Independentemente da plataforma


 
Algumas das especulações dizem respeito aos jogos como um todo, e não somente a um ou outro console. Esses são os rumores que se encontram na lista abaixo. Poucos, em relação àqueles específicos de empresas, mas geralmente significativos o suficiente para impactarem a todos.
Jogabilidade 3D - Provável
Já existem alguns títulos, como Trackmania Forever, que utilizam a tecnologia. No entanto, espera-se que, após o enorme sucesso de Avatar, as melhorias sejam imensas e que vários outros games ganhem algum tipo de interação com a terceira dimensão. Nas opiniões de alguns, 2010 será o ano em que essa tecnologia irá explodir nos cinemas e consequentemente terá impacto nos games.
A dúvida é se a E3 será o momento de anunciar suporte a isso. Nos computadores a Nvidia já proporciona a experiência a muitos usuários, mas nos consoles isso ainda é inexistente — o que deve mudar em breve, já que a própria Sony planeja lançar em pouco tempo uma atualização ao firmware do PlayStation 3 para adicionar suporte a 3D na plataforma.
Considerando as capacidades atuais dos diferentes consoles, o PS3 e o X360 são os mais prováveis para um eventual lançamento pioneiro de jogos desse tipo. No entanto, a própria Nintendo afirmou que lançará um console portátil 3D que não necessitará de óculos especiais para utilização. A Sony, por sua vez, lançará ainda esse ano TVs com suporte à tecnologia. Ou seja, tudo indica que veremos, ao menos, alguns indícios de projetos nesse sentido durante a E3.
Nova geração de consoles – Improvável
Alguns acreditam piamente, mas esse rumor é extremamente frágil. Não existe razão para o lançamento de um console de próxima geração atualmente, visto que o Wii ainda vende muito bem e o PS3 subiu em popularidade imensamente no ano de 2009. O Xbox 360 também continua firme no ocidente, o que praticamente descarta a possibilidade do lançamento de uma nova plataforma.
PlayStation 4, Xbox 720, os nomes lançados aos ventos são inúmeros, mas nenhum deles traz nada de concreto. E, ao que tudo indica, permanecerão como sonhos na mente daqueles que gostariam de ver consoles mais potentes em suas casas.
 

Nintendo

A líder de vendas

 
A Nintendo não tem mostrado muita coisa impactante desde o lançamento do Wii, ao menos em termos de tecnologia e hardware. Os softwares também têm declinado, com alguns poucos títulos como New Super Mario Bros. Wii erguendo a moral do console da empresa. Alguns até esperam que a dona de Mario desaponte mais uma vez... Será?
Novo Zelda – Provável
Já vimos arte conceitual dele, e de acordo com algumas declarações de funcionários da Nintendo é possível que vejamos algo sobre o título durante a E3 deste ano. Afinal de contas, a série sempre foi um enorme sucesso, independente do console em que apareceu, e é algo que inúmeros fãs aguardam há um bom tempo.
O próprio Miyamoto já disse que veríamos o Zelda Wii em 2010, então é apenas uma questão de tempo. E existe momento melhor para anunciar isso do que a E3? O game seria, sem dúvida alguma, um dos acontecimentos de software mais bombásticos da feira, e geraria comentários suficientes para manter uma expectativa até um eventual lançamento mesmo no final do ano.
Wii HD – Quem sabe?
Os principais defensores da teoria pensam que isto virá na forma de um Wii Two, ou Wii HD, ou uma variante qualquer do console da Nintendo. No entanto, vários funcionários da empresa já negaram coisas desse tipo e, a menos que estejamos todos sendo muito bem enganados e que a companhia tenha conseguido manter sigilo absoluto até agora, é pouco provável que vejamos um novo Wii até junho.
Mesmo assim, seria algo extremamente positivo para conquistar os detratores do console e aficionados por qualidade de imagem que vêem a resolução inferior do Wii como um grande empecilho para a aquisição do console. A Nintendo, indubitavelmente, já conquistou o mercado casual. Será que isso a faria reconquistar os jogadores hardcore?
Nintendo 3DS – Provável
Se a Nintendo pretende expor ao mundo o hardware de seu console com suporte a três dimensões, a E3 é a hora. Todos os olhos estarão voltados ao evento e o fato de não necessitar de óculos especiais certamente atrairá a atenção de todos.
O melhor de tudo é que, caso a concorrência veja que isso é possível, viável e de qualidade, é capaz de começarem a correr atrás de algo parecido — o que pode vir a ser extremamente benéfico para os consumidores. Afinal de contas, aqueles óculos são simplesmente desagradáveis, e poder deixá-los de lado faria muitas pessoas felizes.
 

Sony

Aproveitando o bom momento


 
O crescimento do sucesso de seus consoles certamente ajudou a empresa no ano passado. O lançamento de grandes títulos de sucesso estrondoso certamente foi responsável por parte desse bom desempenho, já que God of War 3, Heavy Rain, Uncharted 2 e vários outros possuíam uma expectativa considerável em torno de si.
PlayStation Move – Provável
O primeiro da lista, obviamente, pois é inegável que a Sony demonstrará mais do potencial do acessório. É bem possível que vejamos games mais elaborados utilizando o sensor de movimento e que alguns títulos de maior renome anunciem a adoção do sistema para alguns de seus aspectos — e não somente os tradicionais jogos desenvolvidos apenas para o Move.
A competição será, certamente, com uma demonstração do Project Natal da Microsoft. Assim como no ano passado, o embate entre as duas tecnologias será um dos pontos centrais da conferência, já que muito se discute a respeito da viabilidade dos controles em jogos tradicionais. Seja como for, o conflito promete!
PlayStation Network Premium – Improvável
Isso nos parece algo de gente com dinheiro e tempo sobrando. Afinal de contas, não existe nada tão exclusivo para justificar a adição de uma tarifa a partes do serviço da Sony, a menos que esteja dando um prejuízo tremendo — e que a empresa esteja escondendo esse fato.
Algumas das características de tal serviço seriam servidores exclusivos a tais usuários, maior variedade de avatares, competições, sistema expandido de troféus e uma maior quantidade de características disponíveis na Home. Como nada disso é remotamente atraente para boa parte dos usuários, achamos difícil que isso aconteça.
Além do mais, isso em nada se parece com anúncios feitos na E3. Algo como uma mensalidade ou anuidade para redes online é sempre recebido de forma negativa por boa parte do público, e as revelações feitas na E3 geralmente são as que possuem amplo apelo junto ao mercado. Ou seja, isso pode até acontecer no futuro, mas é extremamente improvável que ocorra durante a feira.
Novo portátil – Quem sabe?
O mercado de consoles portáteis é um que parece receber bem variantes — basta olhar ao PSP, PSPgo, DS, DSi, DSi XL. E se a Nintendo realmente vai lançar um com suporte a 3D, a Sony provavelmente não irá querer ficar para trás e tentará alguma coisa com os seus produtos.
Muitos apostam em um PSP2, com maior integração junto à plataforma caseira, junto à PSN, gráficos melhores e possuir um drive UMD ao mesmo tempo em que aproveita as inovações de design do PSPgo. Isso também nos parece algo que certas pessoas desejam por fundir a funcionalidade dos dois modelos de portátil de Sony com um poder de processamento ainda maior. Mas com a Nintendo puxando sua carta da manga, quem sabe a Sony não responde...
 

Microsoft

Buscando o público casual

 
Project Natal – Provável
Também em primeiro da lista, o acessório será demonstrado, sem dúvida alguma. Da mesma forma que o Move da Sony, a apresentação provavelmente expandirá os horizontes do que já vimos ser feito com ele, de forma a consolidá-lo perante os críticos e convencer o público de que é uma forma viável de jogar e transformar o console em um centro de mídia ainda mais interativo.
Anúncios de jogos mais expressivos que incorporam o acessório também devem aparecer, um dos mais notáveis sendo provavelmente Fable III, visto que Molyneux já deu algumas indicações da utilização do Natal no título. Fora isso, o objetivo é mais aquecer a expectativa em torno do produto para seu lançamento no segundo semestre.
X360 Slim – Quem sabe?
É difícil dizer com certidão se é possível realizar tal feito sem prestigiar o retorno das 3RL, mas muitos acreditam que uma versão mais esguia da plataforma está a caminho. Ao contrário do PlayStation 3, no qual a fonte poderia ser trazida para fora de forma a reduzir as dimensões do aparelho, no Xbox a redução — caso ocorra — será pouco significativa.
O interesse de alguns é que alguma possível modificação nesse sentido seja acompanhada da integração do console com o Project Natal, em um pacote só. Seja como for, a probabilidade de algo nesse sentido não nos parece ser das mais altas, embora não seja impossível.
Gears of War 3 Provável
Uma das mais fortes franquias do console, que deve ter mais detalhes a seu respeito revelados durante a E3. Afinal de contas, quem não quer saber como termina a trama? Difícil ganharmos uma data de lançamento precisa, mas poderemos saber mais e ter uma ideia de como anda o trabalho realizado por Bleszinski.

Softwares

Nem todas as empresas produzem consoles

No quesito games, é difícil prever exatamente o que pode acontecer. Podemos ver de tudo, desde os já confirmados, como Metal Gear Rising, até as loucuras mais insanas, como um (certamente inexistente) God of War 4, passando por outros inúmeros: inFamous 2, Halo: Reach, Resistance 3, talvez um outro game da Bungie que não seja da franquia Halo...
Embora o mais legal da festa não seja esperar por ela, não importa o que digam nossos pais, é divertido especular sobre as possibilidades que podem alterar radicalmente nossa forma de ver os games. Então não hesite a compartilhar conosco o que você gostaria de ver na feira, ou mesmo o que acha que vai aparecer por lá!